É um prazer tê-lo como visitante. Espero que você goste dos assuntos abordados e que de alguma forma lhe seja útil.


Mais uma joalheria assaltada em um Shopping Center. Agora em Goiânia


Tiroteio durante assalto causa pânico no maior shopping de Goiânia

 Um tiroteio causou pânico entre clientes e funcionários do Shopping Flamboyant, o maior de Goiânia, no início da tarde desta segunda-feira (9). De acordo com a Polícia Militar (PM), três homens armados assaltaram uma joalheria e trocaram tiros com seguranças. Na fuga, os criminosos fizeram um taxista refém e conseguiram escapar no táxi roubado. Não há informações sobre feridos.

O assalto aconteceu por volta das 13h, no centro de compras no Setor Jardim Goiás, região sul da capital. O cantor Lucas Vieira, da dupla sertaneja Lucas e Diogo, almoçava no local quando o tiroteio começou. Com o celular, ele gravou um vídeo que  mostra pessoas deitadas no chão do shopping, entre elas uma criança. "A gente ouviu os tiros e o pessoal se jogou no chão", relatou o artista.

A cliente Luciana de Porto estava no local para pagar contas e reclamou da insegurança. "Quando comecou o tiroteio, todo mundo correu para dentro das lojas para se proteger. Os assaltantes começaram [a atirar], mas os seguranças saíram atirando sem se preocupar com quem estava dentro. As balas passaram muito perto da gente". A filha dela, Rita de Porto, de 24 anos, ficou em estado de choque e saiu do shopping em uma cadeira de rodas.

De acordo com o capitão Fábio Prates, supervisor do policiamento da capital, os assaltantes armados entraram no shopping e renderam um segurança. O trio levou o homem até uma joalheria, localizada próximo a portaria principal no primeiro piso, e lá roubou a arma do funcionário. "Eles tinham um alvo específico. Roubaram joias e relógios", disse o comandante, sem divulgar o valor dos objetos roubados.

Na porta do shopping, eles fizeram um taxista refém e fugiram no carro dele, um Corsa Sedan. Os criminosos liberaram o taxista na BR-153, no Setor Santo Antônio. Segundo a polícia, ele não sofreu ferimentos e foi levado para a delegacia para prestar depoimento.

Por meio de nota, o Flamboyant informou que investe fortemente em treinamentos e equipamentos de segurança. "O shopping atua com profissionais mistos - vigilantes armados e desarmados - estrategicamente posicionados em diferentes áreas do empreendimento. Em caso de assalto, a orientação é não reagir, mas em situações onde não envolvam riscos aos frequentadores, os seguranças armados são treinados para inibir os criminosos", diz o comunicado.  Por volta de 14h40, o shopping foi reaberto.

Fonte: http://g1.globo.com/goias/noticia/2013/09/tiroteio-durante-assalto-causa-panico-no-maior-shopping-de-goiania.html
09/09/2013 14h02 - Atualizado em 09/09/2013 16h12
Reportagem de Gabriela Lima e Vitor Santana Do G1 GO
 

Equipe tem prazo de validade?

Recentemente assumi o desafio de fazer a gestão de uma equipe onde logo de cara deparei com um grande desafio na gestão de pessoas.
Durante a tradicional passagem de “bastão”, meu antecessor me sinalizou a sua preocupação com alguns integrantes do time e me chamou a atenção afirmando que para ele, “equipe tinha prazo de validade”.

Ele referia-se aos inúmeros problemas de baixo rendimento e comprometimento de determinadas colegas de trabalho, mas confesso que esse pensamento me fez refletir sobre tudo o que eu havia estudado e vivenciado até os dias atuais sobre Gestão de Pessoas.
 
Na minha análise eu buscava entender porque uma equipe 100% orgânica, com todos os benefícios da categoria e que acabara de ser beneficiada a conquista de mais 30% no salário base decorrente ao aumento de periculosidade, poderia estar tão desmotivada e apresentando tantos problemas.
 
De imediato, tentei identificar se a desmotivação da equipe estava associada a alguma condição operacional do trabalho, como falta de estrutura, equipamento ou de apoio, mas não encontrei nada que justificasse uma desmotivação em cerca de 30% da equipe.
 
Passei então a uma análise das condições legais, como pagamento, remuneração, benefícios etc... Mais uma vez, nenhuma irregularidade, fato ou situação relevante.
 
Fui então analisar o perfil dos profissionais. Constatei que todos estavam perfeitamente enquadrados dentro de um parâmetro criado pela companhia e pelo próprio mercado de segurança.
 
É claro que eu não poderia deixar de considerar que a própria mudança na gestão estaria gerando certa ansiedade e expectativa na equipe, mas esse sintoma deveria ser observado após minha entrada e não ser uma análise de meu antecessor. Até porque a equipe só foi informada da minha entrada a véspera da minha contratação.
 
O que então poderia estar gerando esse clima de desinteresse e esse cenário de desmotivação com baixo comprometimento?
 
Resolvi então aplicar a técnica de causa/efeito e através do diagrama de Ishikawa fiz um novo mapeamento para  pontuar as possíveis causas raiz do problema.
 
Durante esse processo identifiquei duas vertentes que até então não havia colocado em evidência. Faltava uma reflexão sobre as políticas organizacionais e aplicação da liderança.
 
Ao aprofundar a análise dessas duas vertentes e suas relações, identifiquei que a média gestão da equipe estava com sérias dificuldades de liderança e com forte resistência, em alguns momentos até indiferença ao modelo de gestão da nova administradora.
 
Através deste diagnóstico identificamos que essa situação se colocava como a principal causa raiz do problema exatamente porque a média liderança, por não estar 100% comprometida, refletia na equipe problemas que potencializavam a desmotivação de alguns colaboradores.
 
Diante deste cenário, aplicamos algumas ações imediatas com a finalidade de:
1)      Resgatar e envolver a média gestão com os valores e propósitos da companhia;
2)      Identificar realmente os integrantes da equipe em maior grau de desmotivação;
3)      Fazer um job com essas pessoas nas diversas equipes para que a mudança por si só gerasse uma necessidade de reambientação;
4)      Desoneração da média liderança nas ações altamente operacionais, proporcionando liberdade e possibilidade de maior atenção junto ao vigilante;
5)      Provocar reações da equipe através de situações de controle e quebra de rotina.
6)      Difundir os valores da nova companhia para todos os colaboradores, aproveitando fatos do dia a dia para relacioná-los entre si.
Talvez ainda seja muito cedo para avaliar se essas ações serão realmente suficientes a médio e longo prazo. No entanto, posso assegurar que em curto prazo estão se mostrando altamente eficazes.